quinta-feira, janeiro 04, 2007

Aston Villa 0-0 Chelsea FC

Estádio: Villa Park
Espectadores: 41.006
Árbitro: Phil Dowd

Aston Villa: Kiraly, Mellberg, Ridgewell, Cahill e Bouma, Agbonlahor, Osbourne, Petrov, McCann e Davis, Angel.
Treinador: Martin O'Neill. Jogaram ainda: Gardner e Baros

Chelsea FC: Hilário, Paulo Ferreira, Boulahrouz, Ricardo Carvalho e Ashley Cole, Makelele, Essien e Lampard, Wright-Phillips, Kalou e Drogba.
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Gérémi, Shevchenko e Mikel.


Vida difícil para o Chelsea. Na pior quadra natalícia desde que está em Inglaterra, José Mourinho somou o terceiro jogo consecutivo sem vencer, algo que ainda não tinha acontecido, desde que assumiu o comando do Chelsea. E o Manchester United matem os 6pts de avanço...

O jogo com o Aston Villa revestia-se de capítal importância, pois o United tinha cedido um empate em Newcastle, na segunda-feira, logo, uma vitória dos blues reduziria a desvantagem pontual. Mas não foi isso que aconteceu. Os problemas na defesa blue continuam e parecem ter-se agravado depois de Boulahrouz ter saido lesionado ainda no primeiro tempo do jogo de terça-feira.
A jogar em 4x3x3, com Wright-Phillips e Kalou nas alas, Ballack esteve suspenso, o que obrigou Mourinho a usar este esquema, notou-se que as oportunidades a Shevchenko acabaram e que o ucraniâno pode sair a qualquer momento do clube. Paulo Ferreira voltou a ocupar o lado direito da defesa, depois de ter jogado dois jogos como falso central, mas por pouco tempo, pois Boulahrouz teve que sair à passagem da meia hora, lesionado.
O Chelsea até começou bem, seguro defensivamente e a tentar resolver as coisa cedo, num terreno onde não vence a oito épocas. Aos 7 minutos, Drogba teve o golo nos pés, depois de um bom centro do todo terreno Essien, mas o remate do marfinênse saiu por cima da baliza do Villa.
Alías, a equipa de Martin O'Neill, quase não atacou jogando claramente para não perder, pois tinha apenas um avançado no meio do quarteto defensivo do Chelsea, emquanto que McCann e Davis iam tentando apoiar Angel, mas sem muito sucesso, logo não admira que a equipa da casa tenha acabado a primeira parte sem fazer um único remate à baliza de Hilário.
Aos 32 minutos, Ashley Cole teve uma excelente oportunidade de abrir o marcador, respondendo com um bom cabeceamento a um cruzamento de Drogba, mas Kiraly opôs-se bem ao remate do internacional inglês.
Minutos depois foi o momento em que Boulahrouz se lesionou, dando o seu lugar a Gérémi, passando novamente Paulo Ferreira para o eixo defensivo. Diga-se que Gérémi poderia ter sido um jogador mais importânte neste jogo, pois a sua velocidade podería ter sido fundamental para o desenrrolar da partida, mas o camaronês esteve uns furos abaixo daquilo que já fêz, principalmente nos primeiros jogos da temporada.
Perto do fim do primeiro tempo, foi a vêz de Lampard ter um remate perigoso, mas a bola acabou por sair por cima da baliza de Kiraly.
O intervalo chegou, e ficou a impressão de que a equipa do Chelsea estava cansada, pois as transições ofensivas não foram relizadas com a rapides necessária. Makelele não foi tão influênte a lançar o ataque, como de costume e pareceu algo lento, o mesmo acontecendo com Frank Lampard, que falhou inumeros passes no primeiro tempo.

Após o intervalo, as equipas voltaram com o mesmo onze e com a mesma disposição na abordagem ao jogo. O Villa a tentar não sofrer golos e a jogar com dez atrás da linha da bola e o Chelsea sem frescura e sem ninguém que pegasse no jogo para tentar mudar o rumo dos acontecimentos.
Aos 54 minutos, Essien tentou a sua sorte do meio da rua, mas o remate saiu por cima da baliza de Kiraly.
Vendo que as coisas se complicavam, Mourinho lançou Shevchenko no lugar de Wright-Phillips, mas a substituição nada de novo veio trazer, pois o ucraniâno raramente tocou na bola. Mais tarde sería a vez de Mikel entrar para o lugar de Kalou, a 15 minutos do fim do jogo, e O'Neill tentou um forcing final, fazendo entrar Baros parao lugar de Petrov, o que fêz com que o ataque do Aston Villa se abri-se um pouco mais e o perigo começou a rondar a área de Hilário.
Pôde-se verificar isso, minutos depois, quando Ridgewell antecipou-se a Hilário na marcação de um canto, mas o cabeceamento do jogador da casa saiu um nada ao lado da baliza do Chelsea.
Nos minuts finais da partida, já em desespero, o Chelsea dispôs de duas boas ocasiões para marcar, mas primeiro Lampard e depois Drogba, atiraram por cima da baliza de Kiraly, quando o golo parecia certo.
O jogo chegou minutos depois ao fim, e o Chelsea cedeu o sexto empate na Premier League, o terceiro consecutivo, enquanto que o Aston Villa somou o 11º empate na prova. Pela primeira vêz esta época a equipa de Mourinho acabou um jogo sem marcar, no terceiro encontro consecutivo do Chelsea sem vencer, algo que também ainda não tinha acontecido. O único ponto positivo deste jogo para os Blues, é que acabaram por também não sofrer golos, depois de uma série de cinco jogos sempre a sofrer, sendo que em quatro deses jogos acabaram por sofrer dois golos por jogo.

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quinta-feira, novembro 09, 2006

Chelsea FC 4-0 Aston Villa

Estádio: Stamford Bridge
Espectadores: 41.516
Árbitro: Mark Halsey (Lancashire)


Chelsea FC: Cudicini, Gérémi, Boulahrouz, Ricardo Carvalho e Bridge, Makelele, Lampard, Essien e Ballack, Shevchenko e Drogba
Treinador: José Mourinho Jogaram ainda: Diarra, Joe Cole e Kalou

Aston Villa: Sorensen, Bouma, Mellberg, Laursen e Hughes, Barry, McCann, Petrov e Davis, Agbonlahor e Angel
Treinador: Martin O'Neill Jogaram ainda: Ridgewell, Berger e Baros


O Chelsea vingou a derrota sofrida no passado Domingo, e pela primeira vez está época marcou quatro golos, em Inglaterra. Uma novidade: Petr Chech viu o jogo no gabinete do presidente.

Os blues entraram fortes. Mourinho fez algumas alterações no sector defensivo, voltando a deixar de fora Ashley Cole em detrimento de Wayne Bridge. Gérémi também fou uma das novidades na defesa. De resto, o conjunto do costume. durante trinta minutos, o Aston Villa, que trouxe cerca de 6 mil adeptos a Londres, não conseguiu sair do seu meio campo. Sem surpresas, o Chelsea poderia ter chegado ao golo em duas ocasiões por volta dos 10 minutos de jogo. Primeiro por Drogba, que já de angulo um pouco limitado, conseguiu rematar com perigo, mas Sorensen opôs-se muito bem e depois Lampard, minutos depois, também não conseguiu bater o guardião do Villa.
A passagem da meia hora chegou o merecido golo para os Blues. Jogada de Shevchenko pela esquerda, que regressou em grande nível, a defesa do Aston Villa não conseguiu afastar devidamente o perigo da sua baliza e a bola caiu nos pés de Ballack que centrou milimétricamente para a cabeça de Frank Lampard, que fez o golo. Era a primeira explosão de alegria em Stamford Bridge.
Já perto do intervalo, uma contrariedade para Martin O'Neill: Barry, lesionou-se com alguma gravidade e teve que ser substituido ao intervalo. No fim da primeira parte, o Chelsea justificava o resultado favorável, tendo ficado a impressão de que os comandados de Mourinho estavam algo nervosos, o que talvês tenha condicionado de certa forma a equipa da casa no primeiro tempo. Do lado do Villa, apenas um remate em 45 minutos.
Dos balnearios, o Chelsea saiu como tinha entrado, mas o Aston Villa viu-se forçado a fazer mais uma alteração. Desta vez o central Laursen, dava o lugar a Ridgewell.
Logo a abrir o segundo tempo, Shevchenko poderia ter feito o golo, através de um remate de fora da area, ao qual Sorensen se opôs com grande nível.
Numa segunda parte mais esclarecida, os jogadores do Chelsea fizeram pela vida, e Shevchenko mais uma vez, atirou de fora da area, mas desta vez a contar. Estam decorridos 62 minutos de jogo e o ucraniano voltava assim aos golos pelos blues.
O Aston Villa nunca foi acutilante no ataque, por isso não surpreende a avalanche ofensiva do conjunto de Mourinho. A um quarto de hora do fim, o português faz duas substituições, saindo Ballack e Shevchenko, para entrar, Joe Cole e Kalou, e a equipa passou a jogar em 4x3x3. Já nos últimos dez minutos, mais dois golos para o Chelsea. Um através de Essien, que efectuou mais uma excelente partida, a passe de Gérémi, e o outro por Drogba, numa jogada que envolveu Cole e Kalou e terminou com o remate fulgurante do marfinense.
Até ao fim nada mais a dizer, a não ser que o Aston Villa apenas rematou algumas vezes à baliza, mas nenhuma levou efectivamente o caminho da mesma. Uma exibição muito fraca do conjunto de O'Neill, que pode ter sido condicionado pelas substituições inesperadas de Barry e Laursen, mas também pela vontade do Chelsea de rebater o resultado negativo de Domingo. O adversário dos quartos de final será conhecido no proximo Sábado.

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