segunda-feira, maio 21, 2007

Chelsea FC 1-0 Manchester United (A.P)

Estádio: Wembley
Espectadores: 89.876
Árbitro: Steve Bennet


Chelsea FC: Cech, Paulo Ferreira, Essien, John Terry e Wayne Bridge, Mikel, Makelele e Lampard, Wright-Phillips, Joe Cole e Drogba.

Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Robben, Kalou e Ashley Cole.

Manchester United: Van der Sar, Brown, Ferdinand, Vidic e Heinze, Carrick, Fletcher, Scholes e Ronaldo, Rooney e Giggs.

Treinador: Alex Ferguson. Jogaram ainda: Smith, O'Shea e Solskjaer.


No último jogo da temporada para ambas as equipas, O Chelsea levou a melhor sobreo Campeão Manchester United e arrecadou o seu sexto título em solo inglês, a sua primeira Taça de Inglaterra.



Tanto José Mourinho, como Alex Ferguson estavam com baixas na equipa. Ainda assim, o treinador português conseguiu apresentar uma equipa competitiva e sem jogadores fora de posição. Ricardo Carvalho não recuperou e foi Essien a jogar no seu lugar. Mikel foi títular ao lado de Makelele. José Mourinho apresentou o Chelsea em 4x3x3.
No novo Estádio de Wembley repleto de adeptos de ambas as equipas, foi o Chelsea a criar perígo logo ao minuto 6, numa jogada conduzida por Joe Cole, que centrou para a área, onde Wright-Phillips, aos segundo poste, não conseguiu emendar da melhor forma. O jogo começou de certa forma, táctico de embos os lados, com alex Ferguson a responder ao 4x3x3 do Chelsea, com um losango no miolo, com Carrick no vértice mais defensivo, Fletcher e Scholes no meio e Ronaldo na frente. Mas nem assim, com seguiu criar muito perígo nos primeiros 45 minutos. A melhor oportunidade do Manchester aconteceu ao minuto 14, com Mikel a falhar o corte e Scholes a assistir Rooney, que já na área rematou para defesa de Cech, mas a jogada já tinha sido invalidada por fora de jogo.

O Manchester United, tentou imprimir alguma velocidade ao jogo, mas as tentatívas esbarravam sempre no bom posicionamento de Mikel e Mekelele, que iam cortando as tentatívas de Scholes e Rooney. Aos poucos, o losango foi sendo defeito, passando o Manchester a jogar no habitual 4x3x3, com Ronaldo na esquerda, Giggs na direita e Rooney no eixo.

Aos 29 minutos, Paulo Ferreira subiu pela direita e depois de deixar Cristiano Ronaldo e Heinze para trás, deu em Lampard que atirou de primeira, mas Van der Sar correspondeu com excelente defesa. O Manchester, apesar de ter mais bola que os blues, pouco fêz para chegar perto da baliza de Petr Cech. No entanto, a melhor oportunidade para os Red Devils, surgiu já perto do intervalo, e mais uma vez pelos pés de Cristiano Ronaldo. O jogador arrancou pelo seu flanco, deixando Paulo Ferreira para trás e já junto à linha, centrou tenso para a entrada de Ryan Giggs, mas John Terry afastou para canto in extremis. Foi a melhor ocasião da primeira parte para o Manchester United. O intervalo chegou pouco depois, deixando à vista uma primeira parte muito tactica, longe do grande espectaculo que os dois treinadores pediram para este jogo. Embora o Chelsea tenha tido mais oportunidades de remate, o certo é que não levaram o caminho da baliza, enquanto que o United com mais bola, teve algumas dificuldades para penetrar na grande área do Chelsea.

No segundo tempo, Mourinho deixou no balneario Joe Cole e fez entrar Robben, que deu outra vivacidade ao jogo. Mas, foi o Manchester United, agora sim num declarado 4x3x3, a criar perígo logo na primeira jogada do segundo tempo, com Cech a fazer duas defesas enormes, a remates de Rooney e Giggs, mas o árbitro já tinha anulado a jogada, por novo fora de jogo, desta feita de Giggs. O jogo ganhou outra velocidade e desenvoltura, mas foi novamente o United a chegar com perígo perto da área do Chelsea, desta feita com Giggs a efectuar um remate perígoso, por cima da trave da baliza do Chelsea, a passe de Scholes. O Chelsea respondeu, á passagem da meia hora, através de um lívre de Drogba, que ainda chegou a bater no oste da baliza de Van der Sar, mas acabou por sair pela linha de fundo. Pouco depois, foi a vêz de Rooney voltar a tentar a sua sorte, numa escapadela aos defesas do Chelsea, mas já dentro da àrea, sería desarmado por Cech, que saíu bem aos seus pés. Aos 70 minutos, temeu-se o pior, para Robben. O jogador, que deu outra mobilidade à frente de ataque do Chelsea, sofreu uma entrada durissíma por parte de Wes Brown, mas o árbitro, Steve Bennet, não concedeu qualquer falta. O jogador teve que receber assisitência médica, mas pôde continuar em jogo. A um quarto de hora do fim da partida, os jogadores do Chelsea pedíram grande penalidade, mas o juiz da partida não concedeu. Drogba, em disputa com Vidic, acaba por cair já dentro da área, mas no entanto parece-me acertada a decisão do juiz, pois não há qualquer falta do central do United.

Com o final da partida a chegar, e a adivinhar-se o prolongamento, o jogo começou a endurecer um pouco, e Makelele e Vidic viram o cartão amarelo por faltas duras sobre Scholes e Lampard, respectivamente. O Manchester tentou tudo por tudo para não deixar o jogo ir para o tempo extra, e teve algumas situações de algum perígo, mas as investidas de Cristiano Ronaldo, Rooney e Vidic, acabaram por sair sempre ao lado da baliza de Cech. O prolongamento chegava, ainda assim sem ter havido um jogo de grande nível, em bora no segundo tempo, as hipoteses de golo se tenham verificado junto das duas balizas, mas com o Manchester United, mais perígoso.




À entrada para o tempo extra, Alex Ferguson, mexe na equipa, retirando Fletcher e fazendo entrar Smith, passando a jogar novamente em 4x4x2. Mourinho respondeu, com a entrada de Kalou para o lugar do esgotado Wright-Phillips. E é nesta primeira parte do prolongamento surge o primeiro verdadeiro caso do jogo. smith desmarcou Rooney na direita e este fêz um passe a rasgar toda a defesda do Chelsea, encontrando Giggs que surgiu de carrinho na tentatíva de desviar a bola. O remate do galês é fraco e Cech, acaba por segurar a bola, mas entra com a bola ligeiramente dentro da baliza, sendo que houve contacto entre o guardião e Giggs. O árbitro, bem no meu entender, sancionou o lance com uma falta do jogador do United, sobre o guardião blue. É certo que o contacto é inevitável, mas o guarda-redes já tinha a bola nas mãos quando ele aconteceu.


Na segunda metade do tempo extra, Ferguson tentou modificar o rumo dos acontecimentos, com as entradas de O'Shea e Solskjaer, para os lugares de Carrick e Giggs, enquanto que no Chelsea, Robben deu o seu lugar a Ashley Cole, que acabou por jogar a extremo esquerdo. O Manchester United teve mais uma excelente oportunidade de golo, mas o remate de Rooney saiu por cima da trave. aos 113 minutos de jogo, Kalou teve a melhor oportunidade de golo do Chelsea nos pés. depois de se desmarcar bem, recebeu a bola de Drogba e atirou em jeito, mas a bola saíu um nada ao lado da baliza de Van der Sar. Mas dois minutos depois, surge o golo do Chelsea. Uma das jogadas de entendimento mais bonitas de toda a partida, com Mikel a deixar em Drogba, que de primeira deixou em Lampard, para este, novamente de primeira, dar no marfinênse, com o avançado já em esforço a conseguir tocar a bola por cima de Van der Sar e abrir o activo, marcando assim o seu 33º golo da temporada. Pouco depois o Chelsea voltou a dispôr de nova oportunidade, já nos descontos, mas o remate de Kalou saíu por cima da trave. O jogo chegou ao fim pouco depois, e foi a explosão de alegría dos adeptos do Chelsea, que viram o clube vencer a sua quarta FA Cup. O Chelsea entra na história da competição, por ser o último clube a vencer no antigo Estádio de Wembley, e o primeiro a vencer no novo. Mourinho, logo após o final da partida correu para os balnearios, perseguido por Drogba, mas depois regressou para se juntar aos festejos e comemorar o seu sexto título em solo inglês.





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quinta-feira, maio 17, 2007

Taça de Inglaterra - Final é já no sábado

É já no próximo Sábado, que Chelsea e Manchester United se defrontam para saber quem será o novo vencedor da Taça de Inglaterra. Para José Mourinho, este trofeu reveste-se de capital importância por diversos motivos. Um deles, é precisamente o facto de ser este o único trofeu que falta na galería do treinador desde que está em Inglaterra. " Ganhar sería fantástico mas não creio que este jogo nos faça esquecer o que nos aconteceu esta época. É um trofeu que perseguimos há muito tempo e, desde o primeiro dia que queríamos estar na final da Taça. O Chelsea ganhou a última final no velho estádio e tudo fizemos para merecermos estar nesta. Queremos jogar felizes e sem qualquer tipo de pressão", disse o treinador português em conferência de imprensa.
José Mourinho fêz também referência as lesões que têm apoquentado o plantel e que o faz correr o risco de ter que usar jogadores fora de posição: "Penso que é muito injusto que alguns deles não possam jogar a final", disse fazendo referência as ausências certas de Shevchenko, Ballack e Ricardo Carvalho. O treinador português admitiu ainda que Wayne Bridge poderá actuar no meio campo, e Obi Mikel "é um grande risco para 90 minutos intensos e a possibilidade de mais 30". Já Ashley Cole e Robben, poderão fazer parte da lista de convocados, mas não deverão actuar de início.

Declarações de Mourinho retiradas do Jornal Record

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segunda-feira, abril 16, 2007

Blackburn 1-2 Chelsea FC (Após prolongamento)

Estádio: Old Trafford
Espectadores: 50.559
Árbitro: Alan Wiley

Blackburn: Brad Friedel, Brett Emerton, Samba, Nelsen e Warnock, Bentley, Mokoena, Dunn e Pedersen, Roberts e McCarthy.
Treinador: Mark Hughes. Jogaram ainda: Peter e Derbyshire.

Chelsea FC: Cech, Essien, Ricardo Carvalho, John Terry e Ashley Cole, Makelele, Ballack e Frank Lampard, Joe Cole, Shevchenko e Drogba.
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Kalou, Mikel e Wright-Phillips.

O Chelsea qualificou-se ontém para a final da Taça de Inglaterra, a primeira da era Mourinho, a oitava da história dos Blues. O adversário será o Man. United...

José Mourinho ficou extremamente contente com a passagem á final da FA Cup, competição que ainda não tinha tido oportunidade de disputar. O cenário da final será o novo Estádio de Wembley, o adversário o Manchester United, de Cristiano Ronaldo. Aliás, o jogo entre blues e red devils, arrisca-se a ser um dos mais decisívos desta temporada, pois além da Taça de Inglaterra, há ainda o confronto entre as duas equipas para o campeonato, que poderá decidir o campeão e ainda há a hipotese de se defrontarem na final da Champions League, caso vençam Liverpool e AC Milan.
Quanto ao jogo de ontém, José Mourinho apresentou a equipa num 4x3x3, com regressos ao onze de Makelele e Joe Cole, este que já não jogava desde Novembro de 2006, altura em que se lesionou num jogo da Champions League, frente ao Werder Bremen. Essien continuou no lugar de defesa direito, e assim a equipa que entrou em campo, foi a que finalizou a eliminatória frente ao Valência. Do lado do Blackburn, Mark Hughes, que já se falou, poderá substituir José Mourinho no banco, caso este saia do clube, operou algumas alterações, desde logo a substiuição de Derbyshire por Roberts no ataque e o regresso de Dunn, em substituição de Tugay.
O jogo até começou morno para ambos os lados, mas aos poucos o Chelsea começou a assumir as despesas do jogo. Com uma ala esquerda formada por Ashley Cole e Joe Cole, Bret Emerton teve algumas dificuldades para segurar os dois jogadores. A primeira situação de perígo surgiu dos pés de Shvechenko, que assistiu Drogba, mas este não conseguiu emendar ao segundo poste, estavam decorridos 10 minutos de jogo. A melhor oportunidade de golo surgiu ao minuto 11, com Ashley e Joe Cole a combinarem, e o remate de lateral a ser interceptado por Friedel, com Shevchenko por perto a chegar tarde. Mas momentos depois, Frank Lampard não falhou e pôs o Chelsea a vencer. A jogada começa em Petr Cech, que lançou longo para o meio campo do Blackburn, onde Drogba segurou e deixou em Ballack para este de primeira assistir Lampard, que com um excelente movimento de rins tirou Nelsen do caminho e rematou sem hipoteses para Friedel.
O Chelsea marcou cedo, e cedo deixou de pressionar, permitindo ao blackburn subir um pouco mais e libertar-se da pressão que Ballack, Lampard e Makelele iam fazendo no meio campo. A grande oportunidade para os da "casa", surgiu ao minuto 42, quando Dunn reatou uma bomba a 20 metros da baliza do guardião do Chelsea, com este a fazer uma boa defesa, algo difícil. Na sequência do canto, Samba ficou a centimetros do empate, aparecendo bem a cabeçear, após canto de Dunn.

No reinício do segundo tempo, o Chelsea teve oportunidade de matar o jogo, através de Shevchenko que falhou escandalosamente o golo, após excelente trabalho de Drogba, que furou a defesa do Blackburn e assistiu o ucrâniano, mas este deu um tremendo chuto na atmosfera, gorando-se assim a hipotese de tranquilidade. Da tranquilidade, passou-se para a intranquilidade, pois o Blackburn tomou conta das opoerações e chegou a assustar Cech em diversas situações, com o guarda-redes a ser o garante do prolongamento. A primeira situação ocorreu aos 48 minutos, com o guardião a responder da melhor forma a um remate potente e perígoso de Roberts. Depois foi o poste a evitar o empate, ao desviar o cabeceamento mortífero de Pedersen, á passagem do primeiro quarto de hora do segundo tempo, e quatro minutos depois o Blackburn chega á igualdade através de Roberts, que apareceu bem a desviar um potente lívre apontado pelo homem das bolas paradas do Blackburn, o norueguês Pedersen.
Mourinho parecía que já tina previsto o que ia acontecer e minutos antes do golo, retirou Shevchenko, fazendo entrar para o seu lugar, Salomon Kalou. Maas como sería de esperar, o Blackburn exerceu forte pressão sobre o conjunto do chelsea e podería ter tido sorte, já perto do fim da partida, quando Pedersen em duas situações incomodou sobremaneira a baliza de cech, uma delas com a contribuição de John Terry. A primeira aos 82 minutos, onde o norueguês cabeceia sozinho, com a bola a passar perto da baliza de Cech, e a segunda já perto do fim dos 90 minutos, com Pedersen a cruzar e Terry na tentativa de afastar a bola, ia introduzindo-a na própria baliza, não fôsse a excelente defesa, mais uma, de Cech. No prolongamento, o Chelsea voltou a dominar o Blackburn e Joe Cole arrancou o terceiro cartão amarelo a jogadores da "casa", desta feita a Warnock, depois de Mokoena e Emerton já o terem visto, por derrubes ao internacional inglês, que esteve em grande. Minutos depois foi substituido por Wright-Phillips.
O segundo golo do Chelsea, surgiu já na segunda parte do prolongamento, através de Ballack, que festejou efusivamente o golo. A génese da jogada é de Wright-Phillips, que centrou com conta, peso e medida para a cabeça do alemão, que cabeceou sem hipoteses para Friedel. Ballack viu ainda o amarelo por festejar o golo sem camisola. Mark Hughes, que até ao momento apenas tinah substituido Dunn por Peter, no intervalo do prolongamento, retirou logo de campo Bentley, fazendo entrar Derbyshire. Mas foi o Chelsea que teve oportunidade de aumentar o score, quando essien arrancou um remate potente a mais de 30 metros da baliza de Friedel, com a bola a bater com estrondo na trave da baliza. Já no último minuto do prolongamento, John Terry foi fundamental, ao retirar o golo a McCarthy quando este se preparava para rematar á baliza. O jogo terminou segundos depois, e o Chelsea pôde fazer a festa em Old Trafford, festejando assim a sua oitava presença em finais da Taça de Inglaterra, a primeira de José Mourinho, que não conteve as lágrimas e abraçou sentidamente Rui Faria e que sonha ganhar esta competição mais do que qualquer outra, pois é a única que ainda não conquistou desde que está em Londres.


Já após o jogo, Mourinho comentou a passagem á final desta forma: "É um sentimento muito especial. Penso que o jogo foi fantástico e é daquelas partida em que, se chegas ao fim e ganhas, ficas louco de alegria". Mourinho teve ainda uma palavra de apreço para com o Blackburn: "Eles lutaram como heróis, assim como nós, mas no futebol normalmente ficam como heróis só aqueles que ganham. Nós estamos a apreciar o momento mas eles estão tristes. O jogo foi fantástico e eles deram um grande contributo".
Mourinho falou ainda do adverário da final, o Man. United: "Vai ser uma grande final, entre o primeiro e o segundo da Liga e dois semifinalistas da Liga dos Campeões. Tudo pode acontecer. Podemos ganhar todos os troféus, podemos dividir, podemos não ganhar nada. Mas independentemente disso penso que as duas equipas têm sido fantásticas ao longo da época".
Declarações de Mourinho retiradas do site Maisfutebol

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terça-feira, março 20, 2007

Tottenham 1-2 Chelsea FC

Estádio: White Hart Lane
Espectadores: 35.518
Árbitro: Martin Atkinson

Tottenham: Robinson, Chimbonda, Dawson, Ricardo Rocha e Lee, Zokora, Malbranque, Jennas e Lennon, Berbatov e Robbie Keane.
Treinador: Martin Jol. Jogaram ainda: Defoe e Staltieri

Chelsea FC: Cech, Diarra, Ricardo Carvalho, John Terry e Ashley Cole, Mikel, Wright-Phillips, Lampard e Ballack, Shevchenko e Drogba.
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Robben, Kalou e Paulo Ferreira.

O Chelsea venceu o Tottenham no jogo de desempate dos quartos de final da FA Cup, ou Taça de Inglaterra. O jogo não foi tão emocionante como o de Stamford Bridge, e os golos só surgiram no segundo tempo.



José Mourinho poupou alguns jogadores no jogo de Sábado, mas ontém usou practicamente a artilharía toda. O adversário assim o justificava, pois este Tottenham joga um futebol aberto e rápido, tendo que haver, por parte da equipa adversária, cuidados especiais. O Chelsea actuou em 4x4x2, regressãndo assim ao losango no meio campo. Kalou e Robben foram os sacrificados por este sistema e começaram o jogo do banco. Diarra voltou ao onze e ao lado direito da defesa e Mikel substituiu Makelele no vertice defensivo do meio campo. Wrihgt-Phillips voltou a ser titular, depois da excelente exibição de Sábado. do lado do Tottenham, algumas alterações foram efectuadas pelo treinador holandês, Martin Jol, e do jogo de Stamford Bridge ficaram de fora Tainio e Ghaly, que até marcou um dos três golos dos spurs, sendo substituidos por Jennas e Malbranque. Chimbonda e Robbie Keane também regressaram ao onze, depois de terem ficado no banco no jogo do fim de semana, Ricardo Rocha foi títular e esteve em bom plano.
O jogo começou com as equipas a tentarem enncaixar uma na outra, fruto do uso do mesmo sistema de jogo por parte dos dois treinadores. Ainda assim foi o Tottenham o primeiro a rematar á baliza, decorria o minuto 4, e o autor foi Robbie Keane. O Tottenham tem perígosos jogadores na frente, mas ontém, tanto Berbatov, como Lennon estiveram apagados, assim como Robbie Keane. O Chelsea respondeu por intermédio de Ballack, num remate de fora da área, depois de bem assistido por Drogba. No entanto o remate saiu ao lado da baliza de Robinson. O tottenham deu a iníciativa de jogo ao Chelsea, o que acabou por fazer do jogo algo monotono, pois o Chelsea, embora mais dominador, também não conseguiu concretizar esse dominío em golos, ora, porque a pontaría estava desafinada, ora porque a defesa dos Spurs resolvia bem as tentativas dos jogadores Blues. A melhor oportunidade de golo surgiu para o Chelsea, e para Wright-Phillips, mas o remate do jogador saiu um pouco ao lado, estavam decorridos 16 minutos de jogo. A equipa de Mourinho controlou sempre durante os primeiros 45 minutos, mas não conseguiu marcaer, e o jgo foi para o intervalo com um 0-0, que dava alguma esperança aos dois conjuntos de seguir em frente.
Após o intervalo, o Tottenham entrou um pouco mais perígoso e ousado, tentando chegar mais perto da baliza de Cech, que durante o primeiro tempo foi practicamente um espectador. Logo ao minuto 48, teve que se aplicar a uma cabeçada de Chimbonda, na sequência de um canto, evitando assim o golo do Tottenham.
O golo, esse, surgiu na baliza de Robinson, minutos depois. Grande trabalho de Shevchenko, que recebeu a bola de Wright-Phillips na direita do ataque blue, e do nada, retirou um defesa do caminho e bateu forte e cruzado para o canto mais distante da baliza de Robinson, com este apenas a contemplar o lance. Grande golo do ucrâniano, que aos poucos parece recomeçar a adquirir o instinto pelo golo que o notabilizou e fez dele um dos avançados mais letais da europa.
O Tottenham sentiu o golo e tentou partir na busca do empate, mas minutos depois do primeiro, chegou o segundo, desta feita por Wright-Phillips, que parece começar a justificar a contratação e a ganhar um espaço no onze blue. A assistência foi de Drogba, que com o peito deixou a bola para o extremo aparecer em corrida e na passada bater Robinson pela segunda vez. Martin Jol irritado com a exibição do seu meio campo, já no primeiro tempo tinha trocado de posição, Lennon, que jogou atrás dos pontas de lança, passando Malbranque para o seu lugar, desta feita substituiu o jogador francês por Jermain Defoe, passando a jogarm em 4x3x3, com Defoe e Keane nas alas e Berbatov a aparecer no eixo do ataque. O Chelsea passou a ter mais cautelas defensivas, e aqui o papel de Mikel e Diarra foi fundamental. Aos 67 minutos um dos casos do jogo. Shevchenko aparece isolado frente a Robinson, chegando mesmo a marcar o terceiro golo dos blues, mas o auxiliar de Atkinson anula o lance por pretenso fora de jogo do avançado ucrâniano. Pelas imagens televisivas, o jogador parece estar em linha com o último defesa dos Spurs. Dez minutos depois, e com o Tottenham a forçarc a defensiva do Chelsea, surge o golo. Mais um lance polémico no jogo, poi Berbatov aproveita bem a jogada de Defoe e passa por Ricardo Carvalho em velocidade. O defesa português, já dentro da área tenta o corte, num lance arriscado, e parece tocar no jogador avançado búlgaro. O árbitro não teve dúvidas e apontou para a marca da grande penalidade, que Robbie Keane transformou em golo. No entanto o Tottenham não conseguiu chegar com perígo á baliza de Cech, nos minutos que faltavam para o final e Mourinho pôde festejar efusivamente a passagem as meias finais da competição, onde defrontará o Blackburn, equipa que já eliminou na caminhada para a vitória na Carling Cup, ou Taça da Liga.




No final da partida, um incidente envolvendo Frank Lampard. O centrocampista blue, quando festejava a vitória da equipa, esteve muito perto de ser agredido por um adepto do Tottenham, aparentemente embriagado. O jogador, em declarações ao The Sun, falou da situação: "Vi-o a vir e fiquei de olho nele porque pensei que se me virasse costas era capaz de apanhar". O jogador teve que se baixar, pois caso não o tivesse feito tinha mesmo sido agredido. "Pela maneira como correu parecia ter uns copos a mais", continou Lampard, que se queixou ainda da hostilidade dos adeptos dos Spurs, sobre a equipa do Chelsea durante toda a partida: "O público tratou-nos mal durante todo o jogo e depois queixaram-se quando festejámos".
José Mourinho desvalorizou o assunto, aludindo á correcção que existiu durante os 90 minutos, como factor príncipal para os seguranças se terem "esquecido" do adepto: "O jogo foi tão correcto que talvez no apito final os seguranças tenham adormecido um pouco, mas nada aconteceu, portanto está tudo bem".
O treinador português abordou ainda a passagem as meias finais da FA Cup, dizendo que esta época está a correr melhor que as outras duas: "Esta época está a ser especial, melhor do que as anteriores quando fomos campeões". Recorde-se que o Chelsea já venceu a Carling Cup e continua na corrida em três frentes: Taça de Inglaterra, Premiership e Champions League.
Declarações de Mourinho e Lampard, retiradas do Site Maisfutebol

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segunda-feira, março 12, 2007

Chelsea FC 3-3 Tottenham

Estádio: Stamford Bridge
Espectadores: 41.517
Árbitro: Mike Riley

Chelsea FC: Cech, Paulo Ferreira, Essien, Ricardo Carvalho e Ashley Cole, Diarra, Ballack e Lampard, Robben, Drogba e Shevchenko
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Wright-Phillips, Boulahrouz e Kalou.

Tottenham: Cerny, Stalteri, Dawson, Ricardo Rocha e Lee, Zakora, Ghaly, Tainio e Lennon, Defoe e Berbatov.
Treinador: Martin Joll. Jogaram ainda: Mido, Malbranque e Gardner.

O Chelsea esteve a um pequeno passo de ser eliminado da FA Cup, e de perder um jogo em Stamford Bridge ao fim de três anos em competições internas, mas Lampard e Kalou não o permitiram.

José Mourinho viu-se privado de Makelele vítima de gripe e foi obrigado a movimentar Diarra para o eixo do terreno, a sua posição natural. Paulo Ferreira voltou á titularidade, no seu 100º jogo pela equipa do Chelsea. John Terry não foi utilizado, voltando Essien ao eixo defensivo, e Robben manteve a titularidade. Do lado do Tottenham, Robbie Keane não foi convocado devido a lesão, e Ricardo Rocha voltou á titularidade. Martin Joll, baralhou um pouco as contas, usando o losango, quando habitualmente o esquema de jogo é um 4x3x3, com Aaron Lennon a jogar atrás dos dois homens da frente, Berbatov e Jermain Defoe.
O jogo começou practicamente com o golo do Tottenham, apontado pelo avançado que Mourinho tinha elogiado, Berbatov. O búlgaro acorreu a um passe do inevitavel Lennon, que chegou a estar nas cogitações do Chelsea em Dezembro, e bateu de primeira o guarda-redes blue, Cech. Este golo abalou os Blues, que passaram a jogar mais nervosos e a permitir que o Tottenham domina-se por completo a partida, e assim as ocasiões de golo foram-se sucedendo. Aos 12 minutos, Defoe voltou a ter um excelente oportunidade para marcar, mas o cruzamento de Berbatov apanhou o jovem inglês um pouco adiantado. No minuto seguinte o Chelsea chegou com perígo á baliza de Cerny, com Dawson a evitar o golo, num remate de Robben dando o mote para o Chelsea que começou a equilibrar as contas. Ao minuto 21, os blues chegam á igualdade, através de um golo do capitão, Frank Lampard, na sequência de um centro de Drogba, com Shevchenko e Ballack na jogada.
Parecía tudo encaminhado para o Chelsea dar a volta ao marcador, mas 7 minutos depois do golo, uma infelicidade de Essien deu nova vantagem ao Tottenham. Aaron Lennon fugiu pela direita do ataque dos Spurs e centrou, Essien não percebeu que Cech chegaría primeiro á bola e antecipou-se ao guardião introduzindo a bola na própria baliza. O Chelsea respondeu, novamente por Robben mas a defesa do Tottenham voltou a salvar em cima da linha de golo. Ao minuto 34, Mourinho alterou a equipa, mas viria a pagar por isso. Retirou Paulo Ferreira e fez entrar Wright-Pillips, passando a jogar com três jogadores na defesa e logo no minuto seguinte á substituição, Ghaly aumentou a contagem para os visitantes. A jogada nasce de uma perda de bola de robben no meio campo, eo jogador egipcio tenta combinar com Berbatov, mas o passe é interceptado por Ashley Cole, com a bola a sobrar novamente para Ghaly, que acabou por aparecer isolado e bater Cech pela terceira vez. Atordoados pelo mais rápido futebol do Tottenham, os jogadores do Chelsea chegaram a estar perdidos em campo, ainda assim dispondo de mais uma oportunidade para reduzirem, novamente com Robben na jogada, desta feita apontando o lívre para essien cabecear ao lado. O intervalo chegou com 1-3 no marcador e com o espectro da primeira derrota em casa ao cabo de três anos sem conhecer esse sabor.


No reatamento as equipas vieram iguais e o Tottenham continuou a carregar sobre a equipa blue. Aos 51 minutos, o Chelsea podería ter sofrido o 4º golo, não fôssem duas grandes intervenções de Cech. A primeira a remate de Lennon, que voltou a aparecer sozinho, sem marcação, a segunda depois de Ghaly ter insistido e posto a bola na cabeça de Defoe. O guardião do Chelsea pode ter garantido com esta defesa a passagem as meias finais da competição, caso o Chelsea vença em White Hart Lane. O jogo caiu um pouco de ritmo, com inumeras faltas e cartões a serem mostrados pelo árbitro, que até ao momento tinha passado practicamente despercebido, começando também a dança dos bancos. Mourinho tentou dar mais força ao meio campo, que estava a ser trucidado pela maior rapidez dos jogadores visitantes e fez entrar Boulahrouz para o lugar de Diarra aos 55 minutos, recuando o holandês para defesa e fazendo subir Essien para o miolo do terreno. As coisas não se alteraram e Mourinho apostou tudo o que tinha, com a saida de Ashley Cole e a entrada de Salomon Kalou, tendo voltado a recuar Essien para a defesa e Shevchenko para o meio campo, estavam decorridos 63 minutos de jogo. O Chelsea jogou até ao fim da partida com 5 homens na frente de ataque. Martin Joll respondeu com a entrada de Mido para o lugar de Berbatov, que foi desaparecendo á medida que o jogo ia avançando, e o Chelsea começou a crescer. Fruto de tanta gente na frente, aos 70 minutos Frank Lampard reduz para 2-3. Jogada confusa dentro da área do Tottenham, com Ballack e Drogba a falharem o remate e a bola a sobrar para o capitão, que bateu cruzado para onde não estava ninguém, fazendo assim o seu segundo golo no jogo e o segundo do Chelsea. Neste lance, os Spurs ficaram apedir falta de Drogba sobre Ricardo Rocha. O Tottenham sentiu o golo, mas ainda assim dispôs de mais uma excelente oportunidade para aumentar a vantagem, mas Cech esteve novamente em grande, ao defender o remate de Zakora, que levava selo de golo aos 74 minutos de jogo. Martin Joll tentou segurar a vantagem e fez entrar Malbranque para o lugar de Lennon, retirando fulgor atacante, fazendo com que a equipa recua-se no terreno. E mais recuou com a entrada de Gardner, substituindo Tainio, quando faltavam dez minutos para o fim. O recuo acabou por sair caro, pois as 85 minutos, Kalou rematou certeiro para o 3-3, sem hipoteses para Cerny. Lampard cruzou a bola e Drogba assistiu o marfinênse de cabeça, com este a executar um remate em volley perfeito. O empate estava restabelecido e ainda faltavam 5 minutos mais descontos para jogar. Neste período, o Tottenham ainda teve uma oportunidade para desempatar a partida, com Jermain Defoe, a ser mais forte que Ballack e que Ricardo Carvalho e a rematar forte e cruzado, com Cech, mais uma vez a ser providêncial, desviando a bola para a barra. O Chelsea também dispôs de uma ocasião, neste caso por Shevchenko, mas o remate do ucrâniano saiu ao lado. O jogo chegou ao fim minutos depois e a decisão da elimatória vai agora para White Hart Lane. Pela primeira vez, desde que Mourinho assumiu o comando dos blues, que a equipa sofre três golos em Stamford Bridge subindo também para 19 o número de jogos sem perder para o Chelsea, disputados entre as duas equipas em Stamford Bridge.



Já no final da partida, José Mourinho culpou o árbitro pelo empate da sua equipa: "Houve demasiados erros e demasiados erros contra o Chelsea. Não estou a falar de grandes, grandes, decisões. Não quero dizer que houve um penalty por assinalar a nosso favor no final do jogo. Não quero dizê-lo porque estava a 40 metros de distância. Mas todas as pequenas decisões foram em prejuízo do Chelsea. O Dawson saltou com o Drogba, foi com tudo para cima dele e é assinalado um livre contra nós. O Ricardo Rocha entrou com os cotovelos em riste sobre Shevchenko, mas o livre foi contra o Chelsea. Todos os livres no meio do campo foram assinalados contra nós. Não estou contente com esta arbitragem, mas porque Mike Riley é um bom árbitro espero que consiga estar em melhor nível". Sobre a abordagem que o técnico dos blues fêz ao árbitro a caminho para os balneareos, José Mourinho responde: "Abordei Mike Riley ao intervalo com toda a educação. É assim que o faço, quando o faço. Mas não resultou muito bem, porque a segunda parte ainda foi pior. Respondeu-me que tinha de o deixar fazer o seu trabalho. Sou educado, ele foi educado. Não houve qualquer problema. Se me ouvirem falar, conseguem perceber que em cada 15 palavras dez são asneiras".

Declarações de Mourinho retiradas do site Maisfutebol

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terça-feira, janeiro 30, 2007

Chelsea FC 3-0 Nottingham Forest

Estádio: Stamford Bridge
Espectadores: 41.516
Árbitro: Alan Wiley



Chelsea FC: Cech, Gérémi, Essien, Ricardo Carvalho e Wayne Bridge, Diarra, Wright-Phillips, Lampard e Mikel, Shevchenko e Drogba.
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Kalou, Morais e Woods


Nottingham Forest: Smith, Curtis, Morgan, Breckin e Bennett, Southall, Gary Holt, Perch e Grant Holt, Agogo e Tyson.
Treinador: Colin Calderwood. Jogaram ainda: Clingan, Lester e Dobie.



Mais uma vitória do Chelsea, desta feita para a FA Cup, ou Taça de Inglaterra. O adversário era o Nottingham Forest e ao intervalo, já os blues venciam por 3-0. Destaque para novo golo de Shevchenko, que parece querer provar alguma coisa a José Mourinho.



O Chelsea recebeu e bateu o Nottingham Forest, para a Taça de Inglaterra. O jogo começou practicamente com o golo blue, apontado por Shevchenko, logo aos 9 minutos, na sequência de um centro de Gérémi. A bola rematada pelo ucrâniano ainda embateu num defesa do Forest e acabou por trair o guarda-redes Smith. José Mourinho, apesar de não estar a jogar com Ballack e Makelele, apresentou a equipa em 4x4x2, com o losango do meio campo a ser desenhado por Diarra, novamente titular, Wrigth-Phillips, Lampard e Obi Mikel, que fez uma excelente exibição. O Nottingham Forest, pouco incomodou a defesa blue, onde Essien voltou a fazer de central e durante a primeira parte practicamente não rematou. O Chelsea chega ao segundo golo, através de um lívre apontado por Drogba, estavam decorridos 17 minutos de jogo. O mârfinense e Frank Lampard, posicionaram-se para bater a falta, o internacional inglês simula a marcação, mas é o avançado que bate potente novamente sem hipoteses para Smith. 2-0 antes dameia hora deu para descançar um pouco. O Nottinhgham, continuava sem se chegar perto da baliza de Cech e foi o Chelsea, já no período de compensação que chega ao 3-0, através de Obi Mikel, na sequência de um pontapé de canto. Grande confusão na área do Forest, com a bola a ficar á mercê do nigeriano, que não falhou.


O segundo tempo começou com uma oportunidade de golo para o Nottingham. Agogo, conseguiu ganhar algum espaço a Essien e rematou cruzado, onde surgiram Tyson e Morgan, mas atrasados. Era o primeiro sinal de perigo dos forasteiros. Logo de seguida foi a vez de Shevchenko falhar uma boa oportunidade de golo, a passe de Lampard, com o remate do ucrâniano a sair muito ao lado da baliza de Smith. A partir da meia hora de jogo, Mourinho começou a fazer alterações e aprimeira foi a saida de Drogba, para a entrada de Kalou, passando assim a jogar em 4x3x3. O Forest, que tão bem tinha começado o segundo tempo foi desaparecendo aos poucos e nem as substituições efectuadas por Calderwood modificaram alguma coisa. O Chelsea continuava a o mais perigoso, e podería ter chegado ao 4 golo, não fôsse a cabeçada de Essien, parada em cima da linha de golo pelo defesa Curtis. Até ao fim, Mourinho ainda deu a oportunidade ao jovem Woods de se estrear pelo Chelsea, assim como deu nova oportunidade a Nuno Morais. O jogo chegaría ao fim pouco depois, com os londrinos a assegurarem a passagem á quinta ronda da Taça, onde defrontarão, novamente em Stamford Bridge, o vencedor do jogo entre o Blackpool-Norwich.

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