quinta-feira, maio 22, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
Liverpool 1-1 Chelsea FC
Estádio: Anfield Road
Àrbitro: Konrad Plauz (Austria)
Espectadores: 42.180
Etiquetas: Champions League, Chelsea, Liverpool
quarta-feira, maio 02, 2007
Liverpool 1-0 Chelsea FC (4-1 Após G.P.)
Espectadores: 42.554
Árbitro: Mejuto Gonzales (Espanha)
Liverpool: Reina, Finnan, Carragher, Agger e Riise, Mascherano, Gerrard, Zenden e Pennant, Crouch e Kuyt.
Treinador: Rafa Benítez. Jogaram ainda: Xabi Alonso, Bellamy e Fowler.
Grandes Penalidades: Zenden, Xabi Alonso, Gerrard e Kuyt.
Chelsea FC: Cech, Paulo Ferreira, Essien, John Terry e Ashley Cole, Makelele, Obi Mikel e Frank Lampard, Kalou, Joe Cole e Drogba.
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Robben, Wright-Phillips e Gérémi.
Grandes Penalidades: Robben, Lampard e Gérémi.
O Chelsea voltou a perder uma oportunidade de chegar á final da Champions League, e novamente frente ao Liverpool. Desta feita, o resultado da eliminatória foi encontrado, através da marca das grandes penalidades.

Imagem do jogo: Drogba perdido entre os jogadores do Liverpool
Para este jogo, Mourinho estava impedido de usar três dos jogadores mais influentes do plantel blue. Ricardo Carvalho, que se lesionou no jogo frente ao Bolton, Ballack e Shevchenko. Estas lesões originaram alterações no onze e no esquema de jogo, tendo o Chelsea surgido em 4x3x3, com Makelele, Obi Mikel e Lampard no meio campo, o recuo de Essien para central e Joe Cole, Kalou e Drogba na frente. Paulo Ferreira foi o único português titular, e Hilário esteve na bancada.
Do lado do Liverpool, Benítez jogou num 4x4x2 classico, com Mancherano e Gerrard no miolo, com o argentino mais recuado que o internacional inglês e com Zenden e Pennant nas alas a apoiarem o regressado Crouch e Dirk Kuyt. Desta feita, Xabi Alonso começou o jogo no banco de suplentes, assim como Bellamy e Arbeola, em relação ao jogo da primeira mão.
O jogo começou, como sería de esperar, com o Liverpool ao ataque. Este ataque foi ao início algo consentido pelo Chelsea, tentando depois sair em contra-ataque, mas aos poucos o Liverpool foi mesmo tomando conta dos acontecimentos, empurrando os blues para a sua área. Com um futebol apoiado, e lateralizado, aproveitando as subidas dos laterais, Finnan e Riise, o Liverpool foi a primeira equipa a chegar perto da baliza adversária criando algum perígo, resolvido por Terry e Essien. O Chelsea desde cedo, apostou num futebol directo, fruto de um meio campo muito recuado e sem criatividade. Aos 14 minutos surge uma excelente oportunidade de golo para os blues, com Drogba a ser lançado em profundidade, e conseguir centrar para a ára, onde só estava Kalou. Carragher bem posicionado, evitou que a bola chegasse ao avançado do Chelsea.
Sem surpresas, o Liverpool chega ao golo ao minuto 21. Lance estudado na marcação de um lívre descaído para a esquerda do ataque red, com toda a gente á espera que Gerrard centra-se para a área, mas este deu em Agger, que sem marcação na cabeça da área rematou para o fundo das redes de Cech. Este golo empatou a elimatória e foi o coroar de uma excelente entrada da equipa de Rafa Benítez.Com o passar do tempo e após o golo, o Liverpool desceu a intensidade de jogo, que foi bastante forte no início, e passou a jogar numa toada mais baixa, esperando pela equipa do Chelsea, que nunca chegou a assustar Reina na primeira meia hora. Aos 30 minutos de jogo, a equipa de Mourinho ainda não tinha rematado á baliza, e a posse de bola era esmagadora para o Liverpool.
Mas á entrada do último quarto de hora da primeira parte, o Chelsea tentou modíficar um pouco a forma de jogar, mas faltava sempre qualquer coisa. O futebol era lento, Makelele e Mikel estava a jogar lado a lado, e Lampard ficava desamparado na frente, não houve ligação de sectores e as transições defesa-ataque eram muito lentas, porque Mikel, que esteve irreprensível a defender, não conseguia imprimir velocidade na saida para o ataque, o mesmo se passando com Makelele. Mas ainda assim o primeiro remate á baliza de Reina surgiu ao minuto 32, com Drogba a proporcionar uma boa defesa ao guardião espanhol, depois de lancado mais uma vez em profundidade. Nos últimos minutos do primeiro tempo, o Chelsea conseguiu ocupar o meio campo do Liverpool, e conseguiu ganhar alguns cantos, e alguns lívres que foram levando algum perígo á baliza de Reina.
No segundo tempo, o Chelsea entrou ligeiramente melhor, mas aos poucos foi perdendo novamente o controlo do jogo para o Liverpool, que nunca abandonou a sua forma de jogar. Os homens de Benítez estiveram irreprensíveis na forma como defenderam e sobretudo, como saíram para o ataque. Sempre que os homens do Chelsea tinham a bola, o Liverpool defendia com 8 jogadores, ou seja, Pennant, Gerrard, Mascherano e Zenden, formavam uma linha de quatro á frente da defesa, o que deixava o Chelsea sem espaços e sem capacidade para pensar, ainda por cima com menos homens nessa zona do terreno. Quando o Liverpool tinha a bola, o futebol era apoiado e lateralizado, aproveitando as subidas dos laterais, ora Finnan, ora Riise, ou então através das acções de Zenden e Pennant. E foi assim que o Liverpool dispôs de uma excelente oportunidade logo a abrir o segundo tempo. Pennant ganhou a bola depois de uma excelente triangulação com Gerrard e Finnan, e centrou para a área, onde Crouch saltou mais alto que os defesas blues e conseguiu cabecear, com Cech a defender por instinto com as pernas. Minutos depois, aos 58, foi a vêz de Kuyt lançar o pânico na área blue. Desta feita o cruzamento surgiu da esquerda, com Riise a pôr a bola na cabeça de Kuyt, com o holandês a rematar á barra da baliza de Cech.
Até este momento o Chelsea não tinha surgido com perígo na ára contrária, pois não teve argumentos para tal. Os laterais, Paulo Ferreira e Ashley Cole, estiveram sempre presos á sua posição devido as constantes subidas dos laterais adversários ou então dos alas, o meio campo estava orfão de um elemento que fizesse as transições ofensivas com alguma rapidez, e aqui Essien e Ballack seríam fundamentais, e sobretudo, o Chelsea necessitava de alguém que jogasse com rapidez. Joe Cole e Kalou tetaram fazê-lo durante os primeiros 45 minutos, mas as suas acções cairam em saco roto, devido ao recuo da equipa. No segundo tempo, as coisas passaram-se mais ou menos da mesma forma. O Chelsea apenas começou a criar perígo quando Ashley Cole começou a conseguir libertar-se da acção de Pennant e começou a subir pelo seu flanco, criando desiquilíbrios. Aos 75 minutos de jogo, Drogba podería ter feito o golo, após uma subida do lateral, que ganhou a linha e centrou atrasado, para a entrada do marfinense. Este só não marcou, porque Carragher mais uma vêz acompanhou o lance e conseguiu desviar para canto, que o árbitro transformou em pontapé de baliza. Benítez percebeu que o extremo direito, Pennant, já tinha estourado e retirou-o de campo, fazendo entrar Xabi Alonso, que caíu na zona de Ashley Cole, estancando-o novamente. Drogba voltou a estar perto do golo ao minuto 84, depois de uma investida de Essien (que falta fêz no meio campo), com o marfinênse a não chegar á bola por centímetros, com mérito para Reina que foi rápido a sair á bola. O prolongamento adivinhava-se, tanto mais que Mourinho ainda não tinha feito nenhuma alteração.

No prolongamento vimos mais do mesmo. O Liverpool a tentar evitar as grandes penalidades e o Chelsea a tentar levar o jogo para essa fase. E por pouco que os homens de Benítez não conseguiam evitar esse desfecho. Aos 97 minutos, Kuyt teve o golo nos pés, depois de conseguir isolar-se a passe de Gerrard, mas não conseguiu contornar Cech. No entanto o árbitro já tinha anulado o lance por fora de jogo do atacante holandês. Ao minuto 100, Kuyt introduz mesmo a bola na baliza de Cech, na recarga a um remate de Xabi Alonso do meio da rua. O árbitro voltou a anular o lance, desta feita mal, pois Kuyt estava em linha no momento do remate do companheiro. Entretanto, Mourinho tinha já lançado Robben no lugar de Joe Cole, na tentatíva de dar mais velocidade ao ataque blue. Mais tarde lançaría também Wright-Philips para o lugar de Kalou. E foi dos pés de Wright-Phillips que saíu a melhor oportunidade de golo para o Chelsea. A cinco minutos do fim do prolongamento, Essien progredíu no terreno e deixou no pequeno extremo blue, que centrou para a área, onde Drogba, já pressionado pelo defesa, não conseguiu emendar para golo. Antes do final da partida, Kuyt voltou a dispôr de uma chance para marcar, depois de servido por Fowler, que tinha acabado de entrar, mas o remate do holandês foi parado por Cech. Nas grandes penalidades, o héroi foi Reina, que conseguiu defender duas penalidades, apontadas por Robben e por Gérémi, com o Liverpool a não falhar nenhuma. Com este resultado, o Liverpool é o primeiro finalista da Champions League, atingindo assim a sua 7 final, a segunda em três anos, podendo reeditar o duelo de 2005, frente ao AC Milan.
No final da partida, Mourinho disse que o Chelsea tinha sido melhor que o adversário: «Há pouco a dizer. O Chelsea tem vários motivos para ter orgulho em si mesmo. Hoje fomos a melhor equipa, frente a um adversário que só joga na Liga dos Campeões.
No prolongamento fomos os únicos a lutar pela vitória. Mas o futebol é assim, não marcámos e, por isso, não estamos na final. Dentro de dez anos, ninguém se lembrará que podíamos ter ganho por 3-0 na primeira mão. As pessoas recordar-se-ão apenas da final, seja Liverpool-Milan ou Liverpool-Manchester United.
Os meus jogadores fizeram um excelente percurso na Liga dos Campeões. Agora, têm de tentar ser ainda mais fortes.»
Declarações de Mourinho retiradas do site Maisfutebol
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quinta-feira, abril 26, 2007
Chelsea FC 1-0 Liverpool
Depois de algum tempo de ausência, devido a alguns problemas com net e com pc, estou de voltas para continuar a fazer os resumos dos jogos do grande Chelsea FC.Etiquetas: Champions League, Chelsea, Liverpool
quarta-feira, abril 11, 2007
Valência CF 1-2 Chelsea FC
Noite de regressos no Chelsea. Essien voltou a jogar depois de se ter lesionado na Carling Cup e Joe Cole também voltou a ser utilizado. Mourinho utilizou o 4x4x2 em losango, com toda a artilharía no miolo: Mikel, Essien, Lampard e Ballack. Ricardo Carvalho foi o único português a ser utilizado e Hilário não se sentou no banco. Do lado do Valência, Morientes voltou ao onze, relegando para o banco Vicente, que actuou no jogo da primeira mão.
ambas as equipas, o Valência começou a tentar chegar mais próximo da baliza de Cech e aos 29 minutos de jogo, Morientes tem a primeira grande oportunidade de golo da partida, ao atirar do meio da rua ao poste da baliza do Chelsea. Estava dado o mote para o que aconteceu minutos depois. Aos 31 minutos, o Valência chegou ao golo, á semelhança do que aconteceu no jogo da primeira mão, um pouco contra a corrente do jogo. Joaquín cruzou da direita do ataque, e David Villa levou os centrais com ele, aparecendo nas costas Morientes, que rematou cruzado apanhando Cech em contrapé. Estava feito o 1-0 e era a explosão de alegría no Mestalla. O Valência procurava chegar a sua terceira final na Champions depois de ter sido derrotado duas vezes consequtivas, uma pelo Real Madrid, outra pelo Bayern de Munique.
penetrar na bem organizada defesa do Valência, que com Ayala e Moretti em grande, foram evitando males maiores para os valêncianos, com os jogadores do Chelsea a verem-se obrigados a rematar de longe para criar algum perígo. Foi assim que Lampard assusotu Cañizares ao minuto 36 da partida. Mas o grande momento do primeiro tempo ficou guardado para o minuto 40, quando Drogba consegue cabecear nas alturas ganhando a Ayala, após cruzamento de Ashley Cole da esquerda. O guardião espanhol com uma palmada evitou o golo do marfinênse, fazendo a primeira de duas grandes defesas ontém á noite. O intervalo chegou pouco depois, com o Chelsea a correr atrás do resultado e já com algum ascedente na partida.
segunda parte foi demolidor nesse sentido.
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sexta-feira, março 09, 2007
Sorteio dos Quartos-de-final da Champions League

1 AC Milan v FC Bayern München
2 PSV Eindhoven v Liverpool FC
3 AS Roma v Manchester United FC
4 Chelsea FC v Valencia CF
Meias-finais da UEFA Champions League 2006/07. 1ª mão: 24/25 de Abril, 2ª mão: 01/02 de Maio
1 Vencedor do quarto-de-final 4 v Vencedor do quarto-de-final 2
2 Vencedor do quarto-de-final 3 v Vencedor do quarto-de-final 1
Final da UEFA Champions League 2006/07, Estádio Olímpico, Atenas, Quarta-feira, 23 de Maio
Etiquetas: Champions League
quarta-feira, março 07, 2007
Chelsea FC 2-1 FC Porto (3-2)
Espectadores: 39.041
Árbitro: Roberto Rosetti
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Mikel, Paulo Ferreira e Kalou
FC Porto: Helton, Fucile, Pepe, Bruno Alves e Ricardo Costa, Paulo Assunção, Raul Meireles, Marek Cech e Lucho Gonzales, Quaresma e Lisandro Lopez.
Treinador: Jesualdo Ferreira. Jogaram ainda: Ibson, Adriano e Bruno Moraes.
O Chelsea venceu no novo relvado de Stamford Bridge e segue em frente para os Quartos-de-Final da Champions League. Mas a eliminatória esteve complicada...
José Mourinho já tinha dito que o jogo sería bastante difícil, mas provavelmente não esperava, ao fim dos primeiros 45 minutos, estar practicamente fora da fase seguinte da Champions. O treinador português foi mais cedo para os balneareos, e os jogadores rectificaram a exibição na segunda parte e conseguiram dar a volta ao marcador.
Mourinho usou o onze que venceu o Portsmouth, com Ashley Cole novamente á esquerda e Essien no eixo defensivo. Robben também foi titular e esteve em bom plano.
Jesualdo surpreendeu um pouco, fazendo algumas alterações, tanto no onze, como a nível táctico. O treinador dos azuis e brancos fez alinhar Fucile na direita, face a ausência de Bosingwa, mas do lado esquerdo jogou Ricardo Costa. O miolo do terreno também sofreu alterações, pois Jesualdo
promoveu o losango, com Marek Cech na esquerda, Raul Meireles na direita, Paulo Assunção foi o trinco e Lucho fez de número dez, com outra surpresa na frente de ataque, onde jogaram Quaresma e Lisandro Lopes, tendo Adriano ficado no banco, ele que vinha marcando a três jogos consequtivos pelo FC Porto.O esquema de Jesualdo deixou a entender uma vontade do FC Porto de jogar em contra-ataque, dando a iníciativa de jogo ao Chelsea, como se veio a verificar, tentando servir os homens da frente, através de lancamentos rápidos, tentando aproveitar a velocidade de ambos. Os primeiros minutos foram de algum estudo entre ambos os conjuntos, embora o Chelsea tenha estado mais perigoso. Logo no primeiro minuto, Shevchenko teve oportunidade de bisar a baliza de Helton, mas o remate saiu um nada por cima. O FC Porto teve o primeiro remate apenas aos 10 minutos de jogo, por intermédio de Lucho, mas sem problemas para Cech.
O FC Porto chegou ao golo cedo, logo ao minuto 15, através de Quaresma. A jogada é iniciada na defesa, com um alivio de Fucile, a bola chega aos pés de Lisandro que deu em Lucho e este de primeira serviu Quaresma, que sem marcação entre os centrais, conseguiu fugir e á saida de Cech, fez a bola passar por baixo do guardião. Era a explosão de alegría dos cerca de 3300 adeptos do FC Porto que se deslocaram Londres. Os adeptos do Chelsea esfriaram e acabaram por se calar. A seguir ao golo o Chelsea perdeu um pouco o norte, e a actuação do conjunto blue durante largos minutos, foi nervosa, com vários passes falhados a proporcionar ao FC Porto
alguns lancamentos longos. O FC Porto começou a recuar um pouco, e o Chelsea cresceu á partir dos 25 minutos de jogo. Neste período o Chelsea dispôs de algumas boas oportunidades de golo, nomeadamente devido á intervenção de Ashley Cole, que começou a subir mais o que permitiu ao Chelsea jogar pelas alas, algo que ainda não tinha feito. O futebol blue era canalizado pelo miolo do terreno, onde existia muita gente, com Paulo Assunção em grande, evitando muitas jogadas de perigo para a sua baliza. Aos 24 minutos o Chelsea dispôs da primeira boa oportunidade de golo, com Cole a centrar e Drogba a deixar passar para Shevchenko, que falhou o remate. Na recarga, Drogba atirou por cima da baliza. Aos 30 minutos, novamente oChelsea e novamente Cole, com o centro a nãochegar a Ballack, que se preparava para marcar, não fôsse a intervenção providencial de Ricardo Costa. No minuto seguinte, os blues voltaram a ter o golo nos pés, mas Lampard rematou frouxo a passe de Shevchenko. Este período até ao intervalo pertenceu por completo ao Chelsea, com o FC Porto apenas a jogar em contra-ataque e em lancamentos longos, bem resolvidos, ora por Essien, ora por Ricardo Carvalho. O FC Porto, não consegiu criar mais nenhuma oportunidade de golo durante o primeiro tempo, fruto da ausência de um jogador que ficasse entre os centrais. Quaresma nãofoi o jogador do Dragão, e apenas teve o lance do golo como cartão de visita. O Chelsea acabou a primeira parte por cima do FC Porto, mas ainda assim não se livraram de um coro de assobos do público presente nas bancadas. Mourinho saiu para os balneareos, ainda antes do apito final do árbitro, mostrando todo o seu descontentamento, assim como Roman Abramovich.
Antes do apito do árbitro, Drogba pediu com veemência o apoio do público que foi correspondendo.
Logo no segundo minuto do segundo tempo, surgiu o golo do Chelsea, que alterou por completo o
desenrrolar do jogo. Robben veio da esquerda para a direita com a bola, combinou com Diarra, e de forma inesperada, rematou á baliza de Helton, que teve o momento negor da noite, ao abordar mal a bola deixandoa escapar por cima dele permitindo ao Chelsea empatar a partida.Galvanizados pelo golo, os jogadores do Chelsea partiram para cima do FC Porto não deixando os jogadores azuis e brancos respirarem. Logo de seguida Mikel tentou a sorte de longe, mas a bola saiu por cima da baliza de Helton. Jesualdo alterou logo o figurino da equipa, voltando ao 4x3x3, retirando Raul Meireles e Cech, fazendo entrar Ibson e Adriano. Quaresma voltou á esquerda e Lisandro á direita, com Paulo Assunção, Ibson e Lucho no miolo. Este esquema refreou um pouco os animos do Chelsea, que deixou de ser tão pressionante durante alguns minutos. Neste período Quaresma tentou surgir na partida e logo arrancou um amarelo a Diarra, por entrada dura deste. Mourinho percebeu que tinha que mexer e mandou Paulo Ferreira aquecer.
A forma de jogar do FC Porto não se alterou muito, e os lancamentos longos continuaram, tendo muitos acabado nas mãos de Cech, ou bem resolvidos pela defesa blue.
O Chelsea voltou a ser mais pressionante e nesta fase surge o período negro de Helton no jogo, com sucessívos erros que poderíam ter comprometido mais cedo o conjunto azul e branco. O lance de golo marcou claramente o guardião portista, que no fim da partida assumiu as culpas no lance do golo.
A um quarto de hora do fim, o Chelsea vira o marcador.
Jogada mais uma vez iniciada por Ashley Cole que centrou para área, onde Drogba assistiu Shevchenko de cabeça e o ucraniâno assistiu Ballack, também de cabeça, para o alemão rematar lívre de marcação e de primeira, para o golo. Foi a primeira e única falha dos centrais portistas, que até esse momento, não tinham dado practicamente espaço nenhum tanto a Drogba, como a Shevchenko.O FC Porto tentou responder, pois bastaría um golo para modificar o rumo da eliminatória, e Jesualdo fez logo entrar Bruno Moraes para o lugar de Lisandro, passando a jogar com dois pontas de lança. O FC Porto tentou chegar ao golo, na marcação de um lívre, mas sería o Chelsea a criar perígo no seguimento da jogada, com Shevchenko a arrancar e a ser mais rápido que Fucile, sendo no entanto, Ricardo Costa providêncial no corte da jogada, quando a bola já seguia para Robben. No último minuto, o FC Porto dispôs de mais uma situação de perígo, sendo neste caso Paulo Ferreira o salvador, tendo impedido a bola de chegar a Adriano, que já se preparava para fuzilar. Minutos depois o jogo chegou ao fim, com os jogadores do Chelsea a fazerem a festa, e nas bancadas o sorriso de Abramovich deixou claro que o resultado foi bom, mas difícil de conseguir.
Comentário Final
No conjunto das duas mãos, podemos verificar que o Chelsea foi mais forte. E foi mais forte na contenção do jogo e na posse de bola. No jogo do Dragão, a entrada de Mikel ao intervalo permitiu ao Chelsea gerir com calma o 1-1 e manter a bola longe da baliza. O jogador nigeriano é mais forte que Makelele, que parece estar a perder fulgor. Neste jogo, a entrada de Mikel voltou a ser importante, pois permitiu estancar agumas tentativas do FC Porto de chegar á baliza de Cech, pelo centro do terreno, uma vez que Makelele voltou a estar abaixo daquilo que nos habituou. Jesualdo no jogo da primeira mão foi mais astuto do que neste jogo, embora o esquema de 4x4x2 usado na primeira parte e até ao lance do golo, tivesse resultado em pleno, embora o FC Porto apenas tenha criado uma situação clara de golo, que por coincidência deu golo. Lucho foi importante pois jogou na posição do dez, função que desempenhou com esclarecimento, sendo dele o passe para Quaresma marcar. Após o golo do Chelsea, o FC Porto desorganizou-se um pouco, e de volta ao 4x3x3 permitiu mais espaços, o que não tinha acontecido no primeiro tempo, o que permitiu que Robben, Lampard e Ballack pudessem surgir mais vezes na zona de remate. Um jogador importante no lado dos blues foi Ashley Cole. Dos pés dele sairam os lances mais perígosos do Chelsea no primeiro tempo, e foi dos pés dele que saiu o lance do golo. Sempre que o Chelsea explorou o lado direito da defesa portista, criou bastante perigo, pois Fucile não é igual a Bosingwa.
O Melhor em Campo
Destaco dois jogadores:
* Paulo Assunção. Excelente exibição, principalmente no primeiro tempo. No vértice defensivo do losango portista, foi o jogador mais influente, tendo sido a sombra de Ballack, Lampard e de Drogba quando estes tentava jogar pelo miolo do terreno. Uma exibição bastante segura de um jogador que tem uma preponderância bastante grande na equipa de Jesualdo.
* Robben. O jogador holandês é um desiquilibrador nato. No primeiro tempo deixou em água a cabeça de Fucile, pois os seus dribles e velocidad, são estonteantes. O futebol do Chelsea é mais rápido com o extremo em campo e isso foi notório no jogo da primeira mão e neste também. No lance do golo mostrou toda a sua capacidade de improviso, tendo flectido da esquerda para a direita e depois, quando ningém esperava e com uma nesga de terreno, atirou a contar, contando também com a ajuda de Helton.
O Positivo do Jogo
* Embora ache que foi conservador de mais, o esquema usado pelo FC Porto resultou em pleno no primeiro tempo. A ausência de um ponta de lança para marcar deixou os centrais do Chelsea um pouco confusos, deixando espaços para Quaresma e Lisandro, que nunca estiveram fixos, aproveitarem. Foi assim no lance do golo portista e continuou durante mais alguns minutos, até ser o próprio FC Porto a recuar um pouco, em função da vantagem obtida.
* A presença de 3300 adeptos do FC Porto deixou bem clara a confiança que tinham na equipa. Não é todos os dias que se calam os adeptos ingleses.
* A imagem do FC Porto saiu reforçada deste encontro, tendo vendido cara a derrota. Sucumbiu por um erro do guarda-redes, mas deixou sempre a imagem de uma equipa segura, aguerrida e lutadora, que podería ter passado aos quartos, caso tivesse tido mais sorte.
O Negativo do Jogo
* O frango de Helton. O guarda-redes portista acabou por afundar a moral da equipa e estar ligado á eliminação do FC Porto. No entanto é de enaltecer o assumir de responsabilidades por parte do jogador.
O Árbitro
Roberto Rosetti, não esteve mal, tendo no entanto, favorecido o Chelsea mais no segundo tempo. O jogo foi correcto e não teve muitas situações duvidosas, mas penso que podería ter havido mais cartões amarelos para jogadores do Chelsea no segundo tempo. No lance em que Robben pede grande penalidade, parece-me justa a apreciação do lance, logo, bem mostrado o cartão amarelo ao extremo holandês.
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terça-feira, março 06, 2007
Chelsea FC - FC Porto - Champions League, 2ª mão.
Disputa-se hoje a segunda mão dos oitavos de final da Champios League, Em Stamford Bridge. O resultado da primeira mão, até é favorável ao Chelsea, pois o empate averbado no Dragão, deixa a equipa de Mourinho descançada. O treinador português não poderá contar com John terry, que não conseguiu recuperar plenamente da lesão contraida na final da Carling Cup, e por isso deverá ser Essien a manter o lugar ao lado de Ricardo Carvalho no eixo defensivo, promovendo assim o 4x3x3, como esquema táctico a ser usado. Robben deverá ser titular, assim como Drogba e Shevchenko na frente, no miolo do terreno, Mekelele, Ballack e Lampard, e na defesa Ashley Cole deve regressar ao onze, ele que foi fundamental na vitória sobre o Portsmouth, com duas assistências para golo e do lado direito deverá permanecer Diarra.
Quanto ao debate de palavras que houve antes do jogo da primeira mão e novamente agora, com Jesualdo Ferreria, Mourinho diz-se tranquilo: "É normal que ele diga isso, eu também estou convencido que vou ganhar. Mau seria se Jesualdo Ferreira não passasse aos jogadores a imagem de iria ganhar. Porém, e tal como já disse antes do primeiro jogo, falar é fácil. Difícil é ganhar. Eu também vou passar a imagem de que vamos ganhar e de que somos melhores. Depois dentro de campo é que se vê".
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quinta-feira, fevereiro 22, 2007
FC Porto 1-1 Chelsea FC
Espectadores: 50.216
Árbitro: Massimo Busaca (Suiça)
jogar com 10 jogadores e o FC Porto cresceu, muito por culpa da genialidade de Quaresma, que foi pondo a cabeça de Diarra em água. Nesse período em que o Chelsea jogou com dez, surgiu o golo dos portistas. A jogada de Hélder Postiga, que no lado esquerdo do ataque, passou por um defesa, e centrou para a área, onde Makelele intercepta a bola mas efectua mal o corte, a bola caiu nos pés de Raul Meireles, que de primeira e de fora da área, bateu Cech, contando ainda com a ajuda de Lampard, pois a bola bateu no jogador do Chelsea antes de entrar na baliza. Era a primeira explosão de alegria dos adeptos do FC Porto, que acorreram em grande número ao estádio. Minutos depois Terry é então substituido por Robben, que até nem foi primeira opção de Mourinho, mas a demora de Obi Mikel no aquecimento, fez com que o extremo holandês entrasse para o lugar do central inglês. E de certa forma esta opção de Mourinho acabou por se revelar fundamental, pois três minutos após a sua entrada, Robben, ganhou uma bola a Bosingwa e assistiu Shevchenko, que isolado rematou forte e cruzado sem hipoteses para Helton. Este golo gelou por completo o Estádio do Dragão, que por largos momentos se calou deixando ouvir os canticos dos cerca de dois mil adeptos do Chelsea que se deslocaram a Portugal. Estavam decorridos 16 minutos de jogo e já tinha havido dois golos, o que deixava antever uma partida de futebol agradável, mas não foi bem assim.
A entrada de Robben, potenciou uma alteração táctica, passando o Chelsea a jogarm 4x3x3, com Essien a jogar ao lado de Carvalho e Robben na extrema esquerda, com Drogba a cair mais na direita. Mas o FC Porto não se deixou intimidar e surgiu Quaresma. O extremo portista foi fundamental em quase todas as oortunidades criadas pelo FC Porto, arrancando amarelos a Diarra e a Essien. Aos 19 minutos de jogo, Lisandro teve nos pés o 2-1, mas Cech fez uma defesa enorma, saindo rápidamente aos pés do avançado portista não permitindo que este tivesse muito tempo para rematar. A jogada nasce de uma confusão perto da área blue, com Makelele, mais uma vez, a afastar mal a bola, que caiu nos pés do argentino. A partir dos 20 minutos, o jogo caiu um pouco de intensidade, mas com o Chelsea a tentar dar a volta ao marcador, sempre com Robben em grande, a deixar Bosingwa sempre para trás. Do lado direito, Diarra espreitou algumas vezes o ataque, mas sem sucesso, pois Quaresma prendia-o atrás. Aos 33 minutos, o extremo portista deu um ar da sua graça, na marcação de um lívre em zona frontal, bastante perigoso para as redes de Cech, mas o remate saiu á figura do guarda-redes blue. A cinco minutos do intervalo, surgiu a jogada mais bonita da
partida, para o FC Porto. Quaresma ganhou a Diarra, e de trivela, deu em Raul Meireles. O centro campista, deu atrasado em Quaresma que acompanhou o lance e o extremo novamente de trivela efectuou um remate fantastico, que bateu com estrondo na trave da baliza de Cech, que nem se fez á bola. O público no Dragão já gritava o golo, mas a bola acabaría por não entrar. Até ao intervalo, mais um remate de Postiga, num lançamento rápido de Fucile, mas a bola saiu á figura de Cech. O intervalo chegou com o empate a assentar bem, pese embora a maior pressão dos homens de Jesualdo Ferreira sobre o jogador que tinha a bola. O Chelsea, marcava a zona, o que deixava por vezes algum espaço para desmarcações dos jogadores do FC Porto, o que foi causando algum perigo junto da baliza de Cech.Etiquetas: Champions League, Chelsea, Crónicas, FC Porto
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
É hoje....

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sexta-feira, dezembro 15, 2006
Nova viagem de Mourinho ao Dragão

Realizou-se hoje em Nyon, Suiça, o sorteio referente aos oitavos-de-final da Champions League. O sorteio até foi brando para o Chelsea, que evitou assim equipas incómodas, como o Real Madrid ou Inter de Milão. Embora o FC Porto seja uma equipa que está a atravessar um bom momento de forma no campeonato interno, o certo é que dos oito adversários era um dos mais acessiveis, a par de Celtic e Lille. A primeira mão é no Dragão, a 20 de Fevereiro e a segunda joga-se em Stamford Bridge a 7 de Março. A última vez que estas equipas se defrontaram, foi na edição de 2004/2005, ainda na fase de grupos, com o Chelsea a vencer em casa por 3-1, com golos de Smertin, Drogba e Terry, com o tento dos portistas a ser marcado por McCarthy, e depois a ceder no Dragão, já com o apuramento garantido, por 2-1, com golos de Duff, para os Blues e de Diego e novamente McCarthy para os azuis e brancos, que recuperaram de uma desvantagem, já na última meia hora da partida. Esse jogo deu a possibilidade ao FC Porto de seguir em frente na competição. Fica aqui o quadro completo de jogos dos oitavos-de-final da prova:

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quarta-feira, dezembro 06, 2006
Chelsea FC 2-0 Levski Sófia
Árbitro: Alain Hamer (Luxemburgo)
Chelsea FC: Hilário, Paulo Ferreira, Boulahrouz, Ricardo Carvalho e Wayne Bridge, Essien, Lampard e Ballack, Drogba, Shevchenko e Robben
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Kalou, Wright-Phillips e Diarra
Levski Sófia: Mitrev, Milanov, Topuzakov, Tomasic e Angelov, Borimirov, Eromoigbe e Bardon, Dimitrov, Yovov e Domovchiyski
Treinador: Stanimir Stoilov. Jogaram ainda: Baltanov, Koprivarov e Ivanov
Jogo para cumprir calendário, por parte dos blues, que já tinham a classificação para a fase seguinte garantida. Em gestão de esforço, o Chelsea, ainda conseguiu vencer os búlgaros por 2-0.
O Chelsea venceu ontem e garantiu o primeiro lugar do Grupo A com 13pts em 18 possivéis. Os blues, jogaram com alguns jogadores que não são habituais titulares do conjunto de Mourinho, casos de Bridge, Paulo Ferreira e Hilário, que assim voltou a titularidade no Chelsea.
A equipa do Levski veio apenas para cumprir o último jogo, e acabou por ser uma presença simpática neste grupo, não tendo concretizado nenhum ponto.Logo nos minutos inicíais o Chelsea podería ter chegado ao golo, depois de uma boa combinação entre Robben e Shevchenko a cúlminar com o remate do ucraniâno, mas o guarda-redes Mitrev a responder com uma boa defesa. Alias, esta foi a estreia de Mitrev, pelo Levski na Champions League. Entretanto os búlgaros tentaram responder através da eia distância, mas os remates nunca chegaram a importunar propriamente Hilário, que foi correspondendo.
O Chelsea, a partir do quarto de hora, começou a empurrar o Levski para a sua area, e cmeçou a surgir com mais perigo perto da baliza de Mitrev. Antes do golo, Robben tentou a sorte, mas o jovem guarda-redes opôs-se bem ao remate do holandês. Aos 27 minutos de jogo, surgiu o golo do Chelsea, depois de uma boa jogada edntre Lampard e Robben, Shevchenko efectua um remate com a parte de fora do pé, batendo o indefeso Mitrev. Com o golo, o Chelsea galvanizou-se e tentou marcar mais golos ainda antes do intervalo, e quase que o conseguia, não fosse o remate de Ricardo Carvalho ter sido salvo já em cima da linha de golo por um adversário. O intervalo chegava com o Chelsea por cima do Levski, como alias sería de esperar.

No início do segundo tempo, o Chelsea entrou um pouco mais calmo, o que promoveu uma atitude mais afôita dos visitantes, mas sem no entanto importunar hilário. O Chelsea voltou à carga e sería Ballack a ter uma excelente oportunidade, mas o remate saíu por cima. As esperanças dos forasterios de conseguirem um bom resultado cairam por terra, quando Wright-Phillips, que entrou ao 69 minutos, apontou o golo da tranquilidade aos 83, acabando definitivamente com o jogo e estabelecendo o resultado final. O Chelsea ainda teve algumas oportunidades depois do golo, mas os remates iam sendo interceptados, ou pela defesa, ou pelo guarda-redes.
Com este resultado, o Chelsea ocupa então a primeira vaga do Grupo A, o que lhe vai permitir jogar em casa o jogo da segunda mão, dos oitavos de final. O sorteio realizar-se-a no dia 15 de Dezembro.
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quinta-feira, novembro 23, 2006
Werder Bremen 1-0 Chelsea FC
Espectadores: 36.900
Árbitro: Lubos Michels (Eslováquia)
Werder Bremen: Wiese, Fritz, Mertesacker, Naldo e Wome, Frings, Borowski, Jensen e Diego, Klose e Hugo Almeida
Treinador: Thomas Schaaf. Jogaram ainda: Klasnic, Schulz e Aaron Hunt
Chelsea FC: Cudicini, Gérémi, John Terry, Boulahrouz e Ashley Cole, Makelele, Essien, Joe Cole e Ballack, Drogba e Mikel
Treinador: José Mourinho. Jogaram ainda: Robben, Shevchenko e Wright-Phillips
Apesar da derrota, o Chelsea garantiu a passagem aos Oitavos de Final da Champions League, mercê da vantagem em goal average para o Werder Bremen. Este resultado, complicou a vida ao Barcelona...

Mourinho disse que ia a Bremen para vencer, mas o certo é que apresentou uma equipa não tão forte como deveria. Lampard ausente por castigo, Ricardo Carvalho tocado no jogo do fim de semana ficaram de fora, enquanto que Shevchenko por opção tecnica ficou no banco. Para os seus lugares surgiram, Boulahrouz, Joe Cole e Obi Mikel, respectivamente. O jogo começou com bastante intensidade, tendo pertencido ao Werder Bremen, as primeiras ocasiões de perigo, principalmente através de Hugo almeida, titular no jogo de ontem. Logo nos minutos iniciais, John Terry teve que se aplicar para evitar o golo do português.
Com o passar do tempo, o Chelsea foi tomando conta das operações, e as oportunidades de golo foram començando a surgir, primeiro através de Essien, a passe de Drogba, mas o remate saiu ao lado. Depois seria vêz de Mikel desperdiçar a melhor oportunidade do Chelsea até ao momento, a passe de Gérémi, tendo o nigeriano rematado por cima da trave da baliza de Wiese.
O Werder Bremen, demonstrou que não temía o Chelsea e continuou a jogar ao ataque, onde Diego, jogador ex- FC Porto, teve papel fundamental na organização e distribuição de jogo. O brasileiro teve excelente oportunidade à passagem do quarto de hora, mas Cudicini teve também excelente intervenção. Os alemães íam criando algum perigo através de lances de bola
parada e foi na sequência de um canto, que acabaría por surgir o único golo da partida, apontado pelo central Per Mertesacker, que conseguiu fugir à marcação de Drogba e cabecear para o fundo das redes de Cudicini. Estavam decorridos cerca de 30 minutos de jogo. O Chelsea acusou um pouco o golo, mas tomaria novamente conta das operações. Ballack, que regressa a Alemanha pela primeira vêz, desde que deixou o Bayer de Munique, teve excelente oportunidade para marcar, mas Tim Wiese, estava inspirado e não o permitiu.
As equipas surgiram iguais depois do intervalo e foi ao Werder Bremen que pertenceu a primeira ocasião de golo do segundo tempo, por intermédio de Frings que arrancou excelente pontapé, ao qual Cudicini respondeu com uma boa defesa. Minutos depois, foi a vez do Chelsea criar perigo. Jogada de entendimento entre Joe Cole e Drogba, com o marfinense a rematar à baliza, mas a bola sería interceptada pelo central, Naldo.
Mourinho apostou tudo a partir da meia hora, fazendo algumas alterações no ataque, tirando Mikel e fazendo entrar Robben e substituindo Drogba, por Shevchenko. Segundos depois o ucrâniano teve uma excelente oportunidade de marcar o golo da igualdade, na sequência da marcação de uma falta sobre ele, mas Wiese mais uma vêz respondeu com uma boa defesa, afastando o perigo. Aliás, o guarda-redes alemão foi o garante desta vitória, um tanto ao quanto inesperada. O Chelsea aproveitou o facto do Bremen começar a proteger o 1-0, e partiu com tudo para cima dos adversários e Joe Cole podería ter empato a 15 minutos do fim, mas Wiese opôs-se ao bom remate do internacional inglês. Até ao fim, Essien teve uma oportunidade para marcar mas o remate sairía por cima da baliza. O jogo chegou ao fim pouco depois, e garantia ao Chelsea a passagem à fase seguinte, apesar da derrota. O Werder Bremen, com esta vitória, tem apenas que conseguir segurar o empate, em Camp Nou, para seguir em frente no grupo e deixar o campeão em título fora da segunda fase da prova.
No fim do jogo, Thomas Schaff era um homem feliz: "Estabelecemos a nós próprios objectivos terrivelmente ambiciosos neste grupo e, até ao momento, estamos perfeitamente dentro do projectado. Agora é apenas uma questão de terminar a tarefa. Esta noite, a equipa evidenciou enorme classe no relvado. Fomos agressivos, mantivemo-nos impenetráveis na retaguarda e combinámos bem no plano ofensivo. Após o golo, recuámos um pouco, mas não permitimos ao Chelsea muitas oportunidades. O nosso objectivo passava por contrariar o Chelsea, um conjunto extraordinário, e, esta noite, executámos impecavelmente o plano de jogo."
Já José Mourinho, não se conformava com a derrota e disse que a equipa merecia ter empatado: "Sabíamos que o Bremen era uma equipa muito forte, mas o jogo foi muito aberto e merecíamos o empate. Foi uma pena a lesão do Didier Drogba no tornozelo, pois pretendia que, na ponta final, ele actuasse em simultâneo com Shevchenko e Arjen Robben, para colocar maior pressão sobre o Bremen. O Drogba não conseguiu continuar em campo, mas não se trata de uma lesão grave, pelo que deverá poder defrontar o Manchester United no domingo. Agora, pretendemos vencer o nosso último jogo, frente ao Levski Sofia, para terminarmos na liderança do grupo."
Torsten Frings, elogiou a forma como a sua equipa pressionou o Chelsea: "Assentámos bem o nosso jogo e colocámos pressão no Chelsea desde o primeiro minuto. Foi muito importante marcarmos primeiro. Depois de nos colocarmos em vantagem, o Chelsea não criou muito perigo. Esperávamos ser pressionados na parte final e isso acabou por verificar-se, mas nós também desfrutámos de oportunidades para marcar o segundo golo em lances de contra-ataque. No geral jogámos muito bem."
Michael Ballack, enalteceu a boa prestação do adversário, apontando a passividade inícial como factor desequilibrador do jogo: "Esta noite não estivemos ao nosso melhor nível, mas na globalidade tratou-se de uma partida equilibrada. No início do jogo estivemos muito passivos. Não queríamos correr riscos desnecessários, mas, infelizmente, sofremos um golo na sequência de um livre e isso deixou-nos em situação de desvantagem. Sabíamos que o Bremen era forte no contra-ataque, portanto, ficámos numa posição difícil na fase final do encontro e não fizemos o suficiente para marcar."
O Melhor em Campo
Tenho que destacar dois jogadores.
* Mertesacker. Não só pelo golo que marcou, mas pela exibição segura, que pôs os germânicos com pé e meio na fase seguinte
* Tim Wiese. Grande exibição do guarda-redes do Werder Bremen, que com um punhado de boas defesas não permitiu outro resultado mais favorável ao Chelsea.
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sexta-feira, novembro 03, 2006
Ainda o Barça-Chelsea....
Etiquetas: Champions League
quinta-feira, novembro 02, 2006
FC Barcelona 2-2 Chelsea FC
Espectadores: 98.000
Árbitro: Stefano Farina (Itália)
FC Barcelona: Valdés, Zambrotta, Marquez, Puyol e Van Bronckhorst, Xavi, Motta e Deco, Ronaldinho, Messi e Gudjohnsen
Treinador: Frank Rijkaard Jogaram ainda: Edmilson, Giuly e Iniesta
Chelsea FC: Hilário, Boulahrouz, Ricardo Carvalho, Terry e Ashley Cole, Makelele, Essien, Lampard e Ballack, Robben e Drogba
Treinador: José Mourinho Jogaram ainda: Kalou, Joe Cole e Paulo Ferreira
Jogo bastante intenso, sempre de parada e resposta, entre duas das melhores equipas da Europa. O resultado, esse, o mais comum em Camp Nou: empate, desta feita a duas bolas.
O Chelsea, pode-se dizer, entrou practicamente a perder. Um golo de Deco logo ao terceiro minuto de jogo deitou por terra a tentativa de Mourinho segurar o ataque catalão nos primeiros minutos. Numa espécie de 4x4x2 em losango, Robben teve que ser o companheiro de ataque de Drogba, face à indisponibilidade do ucrâniano Shevchenko, que não recuperou para este jogo.
Ballack jogou atrás dos dois jogadores já referidos e Lampard foi encostado a uma das alas. A defesa voltou a contar com o internacional ingês Ashley Cole. Os primeiros minutos do jogo foram de intenso domínio do conjunto do Barcelona, que foram fustigando a baliza de Hilário com alguma intensidade. A partir do quarto de hora, os "blues" foram equilibrando as contas, no entanto foi dos pés de Xavi que saiu nova ocasião perigora para a baliza do português, após sucessivas trocas de bola, o que criou um espaço no centro do terreno de onde surgiu então o jogador catalão, tendo no entanto Hilário feito uma mancha espectacular, o que proibiu o Barcelona de se adiantar ainda mais no marcador. A partir deste momento, o jogo mudou de comando e o Chelsea começou a esplanar todo o seu futebol e a conseguir chegar com bastante perigo junto da baliza de Valdés. Juntamente com o domínio "blue" chegou também o endurecimento do jogo. Sucessivas faltas de parte a parte que foram acabando em cartões atrás de cartões para ambas as equipas. Remates de Ballack e de Robben, levaram bastante perigo às redes do guardião catalão, que correspondeu com excelentes defesas e foi adiando o golo do Chelsea enquanto pôde. A equipa de Mourinho queixou-se ainda de uma grande penalidade a castigar falta de um jogador do Barça sobre Essien. No entanto não parece haver falta. O intervalo chegava com o um ligeiro domínio dos comandados de Mourinho.Após o reatamento, as equipas voltaram iguais. E o Chelsea intensificou o domínio. Nos primeiros minutos da segunda parte, Robben teve duas primorosas oportunidades de golo, que
desperdiçou. A primeira a responder a cruzamento de Essien e de cabeça permitiu boa defesa a Vadés, a segunda, a passe de Lampard, a rasgar a defesa catalã, mas o holandes atirou por cima da baliza. No entanto o Chelsea chegaria ao golo. Makelele bombeou para a grande area, onde encontrou Frank Lampard. O jogador inglês não conseguiu fazer uma boa recepção e teve que seguir para alinha de fundo onde de
costas para a baliza dominou bem, virou-se e de angulo escasso, fez um chapeu primoroso a Vadés, restabelecendo a igualdade na partida, o que de certa forma era justo face ao domíno inglês, que se vinha acentuando. No entanto, o adversário era o Barcelona. Minutos volvidos após o golo, Ronaldinho tirou Boulahrouz do caminho e de trivela, serviu Gudjonhsen, que no centro da area, livre de marcação, só teve que encostar para o fundo das redes de Hilário, que diga-se não teve responsabilidades em nenhum dos golos sofridos.Este golo foi algo pesado para o conjunto inglês, mas as contas continuaram equilibradas. No entanto outra personagem ia ajudando à festa. Completamente perdido, o árbitro italiano distribuiu cartão atrás de cartão, a cada falta que apitava. É surpreendente como é que o jogo acaba com 11 para cada lado.
O Chelsea volta-se a queixar, já perto do fim de uma grande penalidade, quando Lampard sente o braço de Giuly entretanto entrado. Mais uma vez fica a impressão de não ter havido falta sobre o jogador do Chelsea.
Ballack teve nos pés a cinco minutos do fim da partida a oportunidade soberana de igualar, após passe do internacional inglês, Frank Lampard, no entanto o alemão atirou por cima da baliza de
Valdés e toda a gente começou a festejar a vitória, até porque no outro jogo do grupo, o Werder Bremen ia vencendo o Levski.Mas o balde de agua fria chegou nos descontos. Depois de um centro
para a area, Terry assistiu Drogba, que dominou no peito e bateu Valdés, à saida deste. Mais uma vez o costa marfinense foi fundamental, até porque foi dele o golo com que o Chelsea venceu em Stamford Bridge.Com este resultado, o Chelsea domina o grupo com 10pts e o Barcelona cai para a 3ª posição com apenas 5pts. O grande beneficiado foi o Werder Bremen, que ascendeu a 2ª posição com mais 2pts que o Barcelona.
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